sexta-feira, 1 de abril de 2011

                                                     Colhendo Aquilo Que Plantamos
Amanhece o dia, abrem-se as cortinas: vestir-se, abrigo, tênis, banheiro, lavar o rosto, escovar os dentes, cozinha, bom dia e um beijo nela, café, escovar os dentes, pegar a marmita, tchau pra ela, e os filhos ainda dormindo, carro, pequena viagem, escola, alunos, quadra de esportes, fileira, chamada, aquecimento, exercícios de alongamento, vôlei, futsal, caçador, recreação, som...  Fim de mais um período de aula. Lavar mãos, aquecer almoço, micro, comer, lavar, secar louça, escovar dentes, bater papo com colegas, horta, enxada, pá, ancinho, regador, pé de alface, repolho, rabanete, beterraba, couve, salsa, cebolinha verde, adubo orgânico, escola rural, fim de tarde, carro, retorno, escolinha, mochila, beijo na Victória, apto, oi Matheus, oi e beijo na Claire, banho, vestir-se, TV, jantar, carro, escola, vice- direção, chaves, abrir colégio, Professores, falta deles, alunos, pais, indisciplina, merenda, gazeteiros, vinte e duas badaladas, mais trinta minutos, fechar colégio, carro, apto, oi pessoal. O quê? Dar aula pras bonecas?  Brincando comigo né Victória? Tá bom brincar, só um pouquinho.  Notícias TV, espiadela computador, cansaço e finalmente fecham-se as cortinas. Será? Por acaso não tá esquecendo algo? E as atividades do curso de Mídias quem vai fazer? A Victória? Lá vou eu novamente. Computador, textos, leitura, world, digitação, Zzzzz, quatro badaladas do relógio e aqui está o resultado.
                                                                Mauro.

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